
Os ônibus do transporte metropolitano vão operar normalmente nesta sexta-feira (22), apesar da greve por tempo indeterminado decretada pelos rodoviários de Salvador. A paralisação atinge a frota urbana das empresas OT Trans e Plataforma, que deixarão de circular na capital baiana a partir de 0h.
O Sindicato dos Rodoviários Metropolitanos (Sidmetro) informou que os coletivos da Região Metropolitana de Salvador continuarão rodando até as estações de integração, sem circulação dentro da capital. Permanecem em operação os ônibus das empresas Vitória, Atlântico, Avanço e Cidade Sol.
Além do transporte metropolitano, o metrô e os 180 ônibus do Sistema de Transporte Complementar (Stec) funcionarão normalmente. A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal De Mobilidade (Semob), está apresentando um pedido judicial para manutenção da frota mínima, por considerar que se trata de um “serviço essencial”.
![O assunto é Rádio — Os ônibus do transporte metropolitano vão operar normalmente nesta sexta-feira (22), apesar da greve por tempo indeterminado decretada pelos rodoviários de Salvador. A paralisação atinge a frota urbana das empresas OT Trans e Plataforma, que deixarão de circular na capital baiana a partir de 0h. O Sindicato dos Rodoviários Metropolitanos (Sidmetro) informou que os coletivos da Região Metropolitana de Salvador continuarão rodando até as estações de integração, sem circulação dentro da capital. Permanecem em operação os ônibus das empresas Vitória, Atlântico, Avanço e Cidade Sol. Além do transporte metropolitano, o metrô e os 180 ônibus do Sistema de Transporte Complementar (Stec) funcionarão normalmente. A Prefeitura […]](https://oassuntoeradio.com.br/wp-content/uploads/2026/05/0001232232.webp)

GREVE DOS RODOVIÁRIOS
A greve foi confirmada após assembleia realizada nesta quinta-feira (21), depois de mais uma rodada de negociação sem acordo entre rodoviários e empresários. Entre as reivindicações dos trabalhadores estão reajuste salarial, aumento do ticket alimentação E mudanças nas escalas de trabalho e redução das jornadas consideradas excessivas.
Já os empresários argumentam que o aumento do preço do óleo diesel e dos insumos, como pneus, peças e lubrificantes, tornou inviável manter a operação sem reajuste tarifário.
Fonte: bahianoticias